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Cartaz da 23ª Bienal
Solicitada a enviar um desenho para ser utilizado no cartaz, a artista enviou quatro. Optou-se então por produzir quatro peças, variando em cada uma a imagem reproduzida. O cartaz impôs-se como o de maior impacto, tendo sido adotado como principal peça de divulgação. Em que pese o fato de o cartaz representar um retorno ao esquema reprodução de obra + textos informativos, reunidos por um diagrama-padrão, ele cumpriu com eficiência seu papel de ícone do evento graças à força do desenho. Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.302

Autoria: Louise Bourgeois

"Solicitada a enviar um desenho para ser utilizado no cartaz, a artista enviou quatro. Optou-se então por produzir quatro peças, variando em cada uma a imagem reproduzida. O cartaz impôs-se como o de maior impacto, tendo sido adotado como principal peça de divulgação. Em que pese o fato de o cartaz representar um retorno ao esquema "reprodução de obra + textos informativos", reunidos por um diagrama-padrão, ele cumpriu com eficiência seu papel de ícone do evento graças à força do desenho". Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.302

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26 bienal sp
Tarefa a cargo do cartunista Ziraldo e homenagem da Bienal ao mesmo, que, por sua vez, não cobrou pela obra, o cartaz da mostra Terra de Ninguém fez alusão aos mapeamentos geográficos propostos pela curadoria de Alfons Hug. Tendo em conta a diversidade e miscigenação brasileiras, a peça apresenta uma variedade dos 143 tons diferentes de pele existentes no país.

Autoria: Ziraldo