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Cartaz da 21ª Bienal
Seguindo na esteira da ruptura com os cânones modernos, o cartaz apóia-se na colagem como recurso básico de geração de imagem. Complexidade ao invés de simplicidade, profusão ao invés de concisão. A colagem mistura referências da história da arte, incluindo de uma coluna grega, passando pelo Pensador, de Rodin, e chegando até a videoarte. Trata-se de uma tentativa de traduzir os princípios da curadoria, que consistiam em abrir o evento para a cultura urbana e para a multiplicidade das manifestações artísticas. Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.302

Autoria: Rico Lins

"Seguindo na esteira da ruptura com os cânones modernos, o cartaz apóia-se na colagem como recurso básico de geração de imagem. Complexidade ao invés de simplicidade, profusão ao invés de concisão. A colagem mistura referências da história da arte, incluindo de uma coluna grega, passando pelo Pensador, de Rodin, e chegando até a videoarte. Trata-se de uma tentativa de traduzir os princípios da curadoria, que consistiam em abrir o evento para a cultura urbana e para a multiplicidade das manifestações artísticas". Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.302

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26 bienal sp
Tarefa a cargo do cartunista Ziraldo e homenagem da Bienal ao mesmo, que, por sua vez, não cobrou pela obra, o cartaz da mostra Terra de Ninguém fez alusão aos mapeamentos geográficos propostos pela curadoria de Alfons Hug. Tendo em conta a diversidade e miscigenação brasileiras, a peça apresenta uma variedade dos 143 tons diferentes de pele existentes no país.

Autoria: Ziraldo