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Cartaz da 10ª Bienal
Um exemplo de diálogo, e não de submissão, entre as linguagens das artes plásticas e do design gráfico. Neste caso, as sutilezas da op-art informam o design moderno, cabendo lembrar tanto a natural afinidade entre os dois, como a presença marcante dos mais destacados artistas desse movimento artístico nas oitava e nona Bienais. A solução gráfica confere à faixa preta diagonal a tarefa de entrar no campo do cartaz, empurrar a trama de linhas, deslocar o eixo vertical superior e, como resultado dessa operação, criar um efeito ótico de vibração. Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.296

Autoria: Maria Argentina Bibas

"Um exemplo de diálogo, e não de submissão, entre as linguagens das artes plásticas e do design gráfico. Neste caso, as sutilezas da op-art informam o design moderno, cabendo lembrar tanto a natural afinidade entre os dois, como a presença marcante dos mais destacados artistas desse movimento artístico nas oitava e nona Bienais. A solução gráfica confere à faixa preta diagonal a tarefa de entrar no campo do cartaz, empurrar a trama de linhas, deslocar o eixo vertical superior e, como resultado dessa operação, criar um efeito ótico de vibração". Bienal 50 Anos, 1951-2001, 2001, p.296

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26 bienal sp
Tarefa a cargo do cartunista Ziraldo e homenagem da Bienal ao mesmo, que, por sua vez, não cobrou pela obra, o cartaz da mostra Terra de Ninguém fez alusão aos mapeamentos geográficos propostos pela curadoria de Alfons Hug. Tendo em conta a diversidade e miscigenação brasileiras, a peça apresenta uma variedade dos 143 tons diferentes de pele existentes no país.

Autoria: Ziraldo