A primeira dama da Bienal, Yolanda Penteado, é vista entre os historiadores como peça fundamental para o sucesso das primeiras Bienais. No começo da década de 1950, a esposa de Ciccillo Matarazzo viajou pelo mundo com um dossiê preparado pelo então secretário Arturo Profilli – e com o aval do presidente Getúlio Vargas, que pediu a todas as embaixadas que a recebessem devidamente – com a missão de convencer os países a participarem do novo evento. Yolanda foi, tal como nas palavras de Aracy Amaral, "a embaixadora cultural do Brasil".
As fotografias abaixo evocam o glamour da década de 1950, com a participação de Yolanda em recepções e eventos ocorridos durante a 1ª Bienal de São Paulo (1951).

Yolanda Penteado (à direita) na inauguração da 1ª Bienal (1951) ©Peter Scheier

Ciccillo Matarazzo (à esquerda), Yolanda Penteado e Darcy Vargas (ao centro) em recepção no Jockey Clube de São Paulo durante a 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado

Darcy Vargas e Yolanda Penteado (ao centro) rodeadas de artistas como Tarsila do Amaral (à esquerda) e Aldemir Martins (à direita) em recepção no Jockey Clube de São Paulo durante a 1ª Bienal (1951) ©Cav. Giov. Strazza

Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado

Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado

Yolanda Penteado recebe convidados em sua casa durante a 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado

Yolanda Penteado (ao centro) entre os convidados da inauguração da 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado

O casal Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo (à direita) e Arturo Profilli (à esquerda) na 1ª Bienal (1951) ©Cav. Giov. Strazza

Yolanda Penteado, Darcy Vargas, Carmelita Leme Garcez (à frente) e Lourival Gomes Machado (ao fundo) na inauguração da 1ª Bienal (1951) ©Peter Scheier

O governador de São Paulo Lucas Nogueira Garcez e esposa Carmelita Leme Garcez com Yolanda Penteado na 1ª Bienal (1951). Fotógrafo não identificado